Psicanálise profunda para traumas sem memória. Um processo clínico particular, individual e quinzenal.
Sou Simone Souza, psicanalista com formação em psicanálise clínica. Meu trabalho é voltado para aquelas pessoas que sentem um peso difuso — uma dor sem nome, um padrão que se repete, um sofrimento que não encontra explicação racional.
Acredito que os traumas mais profundos são aqueles que não chegaram a ter memória. Experiências vividas antes da palavra, antes da consciência, antes da capacidade de dizer: "isso aconteceu comigo".
É exatamente aí que a psicanálise age — no que o inconsciente guarda e o consciente não alcança.
"O inconsciente não trabalha sob urgência — e a cura começa quando paramos de exigir que ele o faça."
Não é fraqueza. Não é falta de força de vontade. É o inconsciente pedindo para ser ouvido.
Quero iniciar meu processoVocê sente uma angústia que não consegue explicar — ela simplesmente está lá.
Seus relacionamentos seguem padrões que se repetem, mesmo quando você tenta mudar.
Você carrega um peso que existia antes de ter nome — e antes de ter memória.
Você funciona. Você entrega. Mas por dentro, sente que algo essencial está faltando.
Você já tentou entender, mas sente que a resposta está num lugar que a razão não alcança.
Psicanálise profunda para traumas sem memória. Um percurso de oito encontros quinzenais, cada um com foco e profundidade clínica específicos.
Transformar a queixa em linguagem psíquica. O sintoma deixa de ser inimigo e passa a ser mensagem — ele fala o que a boca ainda não disse.
"O sintoma não é o problema. É o caminho."
Reconhecer o falso self e a adaptação precoce. Quem o sujeito precisou se tornar para ser aceito — e a confusão entre valor e utilidade.
"O sujeito começa a se separar da defesa."
Tornar visível o que foi introjetado como dever. Identificações parentais e culpa inconsciente por se diferenciar.
"O sujeito percebe que carrega o que não é seu."
Dar lugar aos afetos proibidos. Raiva, inveja, desejo, ressentimento — emoções que ficaram suspensas no psiquismo.
"O sujeito aprende a sentir sem se culpar."
Dar palavra ao que existia apenas como sensação. O corpo que fala antes da consciência, o peso sem nome.
"Nomear é o primeiro ato de cura."
Reconhecer e interromper padrões inconscientes. A repetição perde força quando é nomeada no espaço clínico.
"O sujeito começa a escolher em vez de repetir."
Testemunhar o inconsciente em ação — nos sonhos, lapsos e sintomas. Uma relação viva com a vida interior.
"O que era desconhecido passa a ser aliado."
Retornar às origens com novos olhos. O que antes aprisionava, agora informa. O trauma se transforma em narrativa.
"Elaborar é transformar o peso em presença."
O início acontece mediante aplicação e breve alinhamento clínico. As vagas são limitadas e analisadas individualmente.
Preenchimento do formulário de triagem com questões sobre seu momento emocional e disponibilidade.
Cada aplicação é lida com atenção clínica. O processo não é automático — é personalizado.
Caso haja alinhamento, o contato é realizado para uma conversa antes de qualquer compromisso.
Sessões quinzenais, individuais e online, com profundidade e presença clínica em cada encontro.
Este formulário não é um cadastro. É o primeiro passo de um processo que exige honestidade e presença. Responda com cuidado — as aplicações são analisadas individualmente.
Sua aplicação foi recebida com atenção e cuidado.
Caso exista alinhamento entre o seu momento emocional e a proposta clínica, o contato será realizado em breve.